O que eu faço agora?

O questionamento do título deste artigo já deve ter pairado na mente e nos lábios de grande parte da humanidade, não é mesmo?


Se você ainda não se deparou com um evento desta amplitude, certamente o momento chegará, por mais programado que você esteja - aliás, quanto mais programado estiver e controlador você for, maior será o impacto do evento, acredite.


A pergunta pode surgir de um evento impactante, ou não; e a resposta pode ser rápida, ou nunca respondida. Se respondida, pode causar aflição ou desnortear. Mas, independentemente de quando aparecer, carregará consigo a sensação de estarmos numa enrascada. Afinal, é exatamente essa impressão que temos quando nos sentimos aparentemente “sem saída”.


Quando nenhum caminho parece suficiente, é como se um buraco se abrisse sob os pés e todas as dúvidas e sentimentos sobre a questão caíssem sobre a cabeça. Assim, somos soterrados, ao mesmo tempo em que caímos no abismo de nos sentirmos sem saída, desejando ardentemente luz no fim do túnel - pode parecer exagero, mas digo isso pela minha própria experiência!


Em busca dessa “luz no fim do túnel” nos distraímos, tentamos olhar à distância e muitas vezes nos colocamos em situações ainda piores, pois a perspectiva à distância pode ser ainda mais assustadora.


Como resultado, a sensação de pressão nos encurrala a ponto de ficarmos extremamente estressados; ou, no limite oposto, desconectados da realidade a nossa frente a ponto de fingirmos nada acontecer e deixar o barco à deriva.


Resposta


“Não há muito o que fazer diante de uma experiência como esta”. Talvez esse seja o conselho que alguns lhe deem. Mas, a resposta é exatamente o oposto.


Se a vida decidiu te parar, descubra para quê. Talvez esteja na hora de você parar de olhar à distância, para analisar mais de perto. Bem perto, aliás, para dentro de si.


Assim, para responder à grande questão – o que eu faço agora? - é essencial fazer antes mais algumas perguntas:


- Quais foram as escolhas que me fizeram chegar até aqui?


- Fiz essas escolhas sozinho?


- Me deixei influenciar ou influenciei alguém?


- Quanto tinha de desejo e necessidade nessa escolha?


- Houve um desequilíbrio entre necessitar e querer?


Essas perguntas vão ajudá-lo a refletir antes mesmo que a vida te pare. Elas podem ser ampliadas e até despertar em você a necessidade de se fazer outras perguntas. Permita-se! Deixe que sua intuição seja usada à vontade.


Por outro lado, dependendo da situação, você pode constatar que nenhuma delas se encaixa no seu momento. Ainda assim, tenho certeza que ao se colocar na simples postura de procurar algumas respostas dentro de si, encontrará respostas interessantíssimas e começará a encontrar saídas para estar em um lugar mais arejado e confortável dentro de você mesmo e assim convidar eventos mais suaves para fazerem parte de sua vida.


Se encontrar dificuldades nesse caminho, não hesite em me contatar. Lembre-se: eu estou aqui para lhe ajudar. Afinal, ser feliz é uma condição que todos podemos e merecemos viver.

TERESA CRISTINA SIMÕES

terapeuta transpessoal integrativa

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